Em Belém do Pará, 32 homicídios em menos de 24 horas. Violência de base, essa que já mata 61 mil por ano.
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Vinte e um mortos numa tentativa de fuga. Num presídio que o Conselho Nacional de Justiça já alertava:
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-Condições péssimas, inaceitáveis… 52% de presos a mais do que caberia…
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Mas tudo bem. Direitos humanos “são para humanos direitos”…
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…Claro. Desde que nessas masmorras, por conta do destino, não esteja um filho, a mãe, o pai…
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Essa a violência “desimportante”. Porque quem mata e morre são os “de baixo”. Agora, em ascensão, outra violência. Com o mesmo DNA.
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A violência política. Investigações costumam seguir o mesmo padrão: depende da autoria e vítima.
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Gravíssima agressão a Carlos Alberto Bettoni, que filmava manifestação em frente ao Instituto Lula. O vereador petista, Manoel Marinho, e o filho, Leandro, já foram indiciados.
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O MST acusado pelo ataque, com tinta vermelha, a um prédio em Belo Horizonte. Onde Carmem Lúcia, presidenta do Supremo, tem imóvel.
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Polícias Federal e Civil agiram. No mesmo dia, dois suspeitos detidos e interrogados…
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Ano passado 43 lideranças sociais assassinadas no país. Sob quase silêncio, a impunidade.
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Marielle e Anderson foram executados no Rio. Suspeita-se de milícias; militares e bandidos. Ou vice versa.
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Anderson Gomes, o motorista. O alvo principal, Marielle: mulher, negra, homossexual, feminista, vereadora do PSOL…Depois de morta, injuriada por dias.
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Quem matou? Quem mandou matar? Vinte oito dias e ainda não se sabe.
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Tiros contra a caravana de Lula, ex-presidente da República. Primeiro se discutiu se foi tiro mesmo. Ou se atentado contra si mesmo.
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Depois demitiram o delegado que acusou um “atentado”. A perícia confirmou: foi tiro.
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Atentado, no Paraná do juiz Moro, do cristão Dallagnol e procuradores da Lava Jato. Isso há 16 dias… Os agentes da lei não disseram um A.
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Silêncio também do ex-presidente da República. O sociólogo Fernando Henrique.
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Quem atirou? Esqueçam. Ou, como já recomendado, “joguem esse lixo pela janela” do avião.